Vamos, menina.

“Então entenda, menina. Como pode alguém aparecer para poder completar seu coração de alegria, se seu interior já está repleto de lembranças tristes? Como pode algo bom entrar, se seu coração já está cheio de mentiras e do que passou? Vamos, menina, alegre-se. Limpe as gavetas das lembranças empoeiradas, largue-as ao vento, para que ele possa levar para bem longe e solte-se. Deixe seu coração voar tranquilo, deixe ele ser leve, criar asas. Para talvez, lá em cima, em meio as núvens, ele possa encontrar o que procura e se encher novamente. Se encher novamente de amor.”

Limye Chwet

PS: Para futuras anotações, eu acho que deveria seguir meu próprio conselho.

Apenas uma carta.

“Eu não quero te acordar, sabe? Por isso resolvi pegar um papel e uma caneta e te escrever. Você está sempre ocupado fazendo alguma coisa, e quando não está, eu sei que sua cabeça enche-se de pensamentos, conclusões e deduções. Te ver tão sereno, deitado na cama, de olhos fechados, é um momento raro, e eu não atrapalharia isso por nada. Até porque, um dos meus passatempos preferidos é apenas ficar te olhando, sabia? Continuar lendo

Querido Diário, Dia 44 e 45.

Curitiba, 07 de abril de 2012 — 23h56min

Hoje não irei falar muito, será somente para dizer que não, eu não esqueci novamente do blog e que eu irei postar sim, assim que me for conveniente, infelizmente, hoje e ontem o tempo não se conservou para mim e por isso, explicações e declarações sobre tais dias serão dados amanhã.

Um bom chocolate quente com sinceras desculpas,

Limye Chwet.

Querido Diário, Dia 43.

Curitiba, 05 de abril de 2012 — 23h35min

Existem momentos da sua vida que você sente-se completamente neutro, em relação a tudo. Na te incomoda ou te anima, nada te faz se sentir completamente decepcionada ou irritada, e você simplesmente vive o dia, como se ele fosse uma tarde de bar, tomando um café e olhando o movimento. Oco. Continuar lendo

Querido Diário, Dia 42.

Curitiba, 04 de abril de 2012 — 16h02min

Olá,

Já não nos vemos há muito, não? Pois é, os motivos não são muitos. No início, creio que era apenas por um esquecimento que pairava em minha mente por ter coisas demais dentro dela. Depois disso, a inspiração faltou ao coração e a preguiça tomou conta de meus dedos. Eu creio ter que pedir sérias desculpas por isso. Mas a vida continua e cá estamos nós, humanos latentes e vivos. Continuar lendo