Querido Diário, Dia 33.

Curitiba, 07 de março de 2012 — 22h24min

Sabe aqueles dias que são ótimos. Perfeitos. Você ri um monte, encontra e conhece pessoas mais a fundo, ri mais um pouco e se diverter pra caramba? Mas daí algumas coisas acontecem e você se magoa, se entristece, tem vontade de chorar, fica muito sensível, esquece as coisas, se perde no tempo e no espaço que acaba com todo o seu dia até ali? Pois é.

A aula, tirando as primeiras que são com um professor que traumatiza o curso de mecâninca desde os velhos tempos, foi muito boa. As matérias passadas foram entendidas, professores novos aprovados e amigos pra dar muita risada, conversar um monte e jogar volei. Aula de manhã e primeiro periodo da tarde, perfeita.

Depois eu tive inglês e descobri novas coisas sobre os meus colegas de turma (que até semana passada não conhecia ninguém) e me enturmei muito. MUITO mais que no ano passado na outra turma. Me diverti, ri, fiz piadas e me senti em casa. Aulas e matérias tranquilas, eu me senti confortavel no inglês, pela primeira vez. Aula à noite, perfeita.

Chego em casa e encontro um pote de Nutella com pão ao meu dispor. Junto com uma boa série de comédia, o meu dia não podia ficar ruim, certo? Errado. Bastou um desentendimento, no qual só eu me abalo, com minha família e pronto. Tudo vai por àgua a baixo.

Eu sou dessas que as vezes me abalo por coisas idiotas, que talvez, levo a sério demais, mas me abalo. E sempre que eu me abalo, meus sentimentos de tudo vêm a tona e eu acabo ficando muito sensível. Então qualquer tipo de desentendimento depois disso, só me faz piorar, meu humor vai por agua a baixo, meu animo, minha memória, minha resistencia.  Tudo se perde. E eu só queria uma certa pessoinha aqui do meu lado para ter tudo resolvido e voltar a sorrir como eu consegui a algumas horas atrás.

E o pior de tudo isso é que não passa rápido. E só o que eu faço e dormir muito mal e acordar pior ainda. E é nesses dias que eu penso que a minha vida pode não estar tão ruim assim, nesses dias que eu consigo ignorar aquilo que me aflige, pelo dia inteiro. Mas daí alguma coisa sempre estraga tudo e faz tudo vir a tona, mais forte que antes.

E mais uma vez eu grito para alguém que escute: Eu só queria que as coisas se resolvessem de uma vez.

Com um chocolate quente com lágrimas.

Limye Chwet.

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