Querido Diário, Dia 21.

Curitiba, 25 de fevereiro de 2012 — 00h40min

“Deitada na grama, o céu empoeirado de estrelas. Passei o dedo e – curioso – algumas vieram grudadas na ponta. Olhei para cima e assoprei. Foi tanta estrela caindo que agora eu mal consigo enxergar de tanta esperança.”

Rita Apoena

Eu simplesmente ODEIO quando eu não durmo bem por motivos ridículos. E hoje, eu posso dizer, foi o cúmulo de tudo. E eu nem fui dormir tão tarde! Era mais ou menos meia noite, quando eu me deitei. Eu tinha uma leve dor de cabeça, que não chegava a ser irritante, mas era grande o suficiente pra fazer demorar mais para cair no sono. Mas isso não era exatamente um problema. A quantidade de vezes que eu tive enxaqueca e precisava dormir foram muitas, então eu acabei me acostumando com isso. O maior problema em si foi um mosquito. Isso mesmo. UM. MALDITO. MOSQUITO. Primeiramente, ele não me deixou dormir por um tempo. Eu ñao me incomodei tanto assim, porque eu tinha acabado de deitar e falei que daqui a pouco ele sairia. Eu estava muito errada. Eram duas e meia da manhã quando eu finalmente resolvi tomar alguma atitude, já que a minha dor de cabeça havia piorado e as coisas já estavam ficando sérias com relação a picadas. Me levantei e passei um repelente e deitei novamente. Apenas para descobrir, alguns minutos mais tarde, que o repelente não funcionava, e o mosquito continuava me importunando. Levantei e passei uns 20 minutos apenas procurando pela casa a raquete elétrica para matar aquele mosquito maldito. Não consegui mata-lo, mas ele parecia ter ido embora. Então eu pensei “Finalmente terei um pouco de paz para poder dormir”. Só que de repente eu escuto um barulho muito agudo porém baixo, como uma gota caindo no metal da calha. E como minha cama fica embaixo da janela (de onde vinha o barulho) eu não conseguia ignora-lo. Nisso minha dor de cabeça começou a explodir.Fechei a janela, tentei dormir com o travesseiro cobrindo o outro ouvido e até enfiei algodão nos dois ouvidos. Ainda assim, o barulho continuava audível. Então eu desisti. O final de história acaba quando eu acabei  tendo que dormir no chão. E essa foi, sem comparações, a pior noite da minha vida.

Me desculpem pela história comprida e provavelmente entediante, mas eu precisava expor isso para alguém, pra me sentir talvez, um pouco melhor.

De resto o dia hoje foi muito divertido. Revi a Pati, uma amiga que não via a muito tempo, e que sentia bastante falta. E como sempre é quando eu vejo ela, dei MUITAS risadas. Eu realmente não sei porque, mas sempre que estou com ela eu rio de tudo, acho ela muito engraçada. Foi divertido, dançamos, jogamos e ouvimos música coreana e ela finalmente entregou o presente da minha festa de 15 anos que ela estava devendo.

Amanhã eu conto mais detalhes sobre como foi o encontro, é que o post de hoje foi tomado pela história da minha noite e já está tarde.

Que todos tenhamos um chocolate quente sem mosquitos essa noite.

Limye Chwet.

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Um pensamento sobre “Querido Diário, Dia 21.

  1. Triste episódio do mosquito, hein. Repelente não funciona porque tudo o que faz é mascarar o seu cheiro. Debaixo das cobertas a sua pele ainda exala o cheiro, então é inútil. :3 HUAHSUAS
    Inseticidas para matar (não, pra temperar ._.) ou ventilador ligado na sua direção (dissipar o cheiro + não deixar o mosquito voar perto) funcionam bem melhor! Não sei se a dica será útil, mas funciona aqui… Anyway, abraço!

Dê um oi, não precisa ter medo :3

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