Caro Diário, Dia 12.

Curitiba, 15 de fevereiro de 2012 — 22h31min

Saudações.

Não há um ponto por estar fazendo isso. Não vejo sentido algum em vir aqui escrever sobre algo que não há motivo em expor. Demonstra fraqueza e submissão. Mas eu prometi ser “boazinha”, então cá estou eu, fazendo papel de tola. Ok, eu devo falar sobre o meu dia, certo? Foi patético. Não me interessa ter que viver uma vida que não é minha, de uma pessoa que eu sequer tenho respeito, mas não há nada a ser feito quanto a isso.

O único bom motivo é que pude sair e viver um pouco (por mais que pateticamente). Estava cansada de um lugar escuro onde não tenho poder sobre nada. Eu gosto de poder. Quem não gosta? O único problema dos humanos é que eles não admitem. Se forçam a viver e dizer mentiras que eles, e muitas vezes todos à sua volta, não acreditam apenas para manter uma imagem. Uma imagem ridícula.

Não sei por quanto tempo ficarei ativa, mas pelo tempo que já fiquei, deu para fazer algum estrago. Até mesmo nesse blog. Vocês devem estar se perguntando quem sou eu e o que faço escrevendo, se é o diário dela. Bom, se ela quiser, um dia talvez explique.

E enquanto isso eu me divirto e me faço de boba. Não é uma maravilha?

Pronto, acho que já é o suficiente. Cansei e não me interesso por mais escrita.

Não tão atenciosamente,

Sakit Darah.

PS: Já que ela escolheu um pseudonimo próprio, entrei na brincadeira e criei o meu, caso estejam se perguntando.

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