Querido Diário, Dia 11.

Curitiba, 14 de fevereiro de 2012 — 23h24min

Arrumei as coisas hoje. Do meu quarto e do meu coração. Sempre que faço essa limpezas das coisas que guardo e se amontoam com o passar do tempo, acabo revendo algumas coisas que se amontoam no meu coração também. E muitas dessas coisas se tornam mais claras e eu tomo decisões mais sábias, e relembro coisas há muito esquecido. E tudo isso transborda de mim e as lágrimas se tornam inevitáveis. Só me dá vontade de voltar no tempo, para os dias que as coisas eram descomplicadas e os sorrisos verdadeiros pairavam mais em meu rosto.

Eu já quase não aguento mais. Eu sou pequena demais e os problemas são grandes demais pra mim, e quase já não suporto mais carrega-los. Minhas mãos doem, e existem os calos que ardem e o coração que palpita, com um minimo de esperança por dias melhores. Mas minha mente já não sabe se esses dias realmente chegarão. E eu continuo lutando, lutando pela felicidade que agora parece tão longe.

Eu só queria que isso tudo acabasse. Me desculpem.

Limye Chwet.

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