Querido Diário, Dia 5

Curitiba, 8 de fevereiro — 23h53min

Ao som de Leoni, eu chego em casa com calor, mesmo depois de uma chuva torrencial esperada. Pela primeira vez tenho um pouco de paz com o meu mais novo notebook, e ainda não consegui me acostumar a usar o mouse certo, por mais que ele seja muito mais fácil. Já cheguei em casa um pouco afetada emocionalmente (Os dias logo após a Lua Cheia não são estáveis) e ainda vi algo que eu realmente não esperava ver logo de cara, e ainda com as piores opções imaginaveis. Então devo dizer que de inicio não foi muito legal não.

Pelo menos pude matar a saudade de um serzinho importante que eu não falava a um tempinho, e finalmente aproveitar o meu espaço, sozinha, e só com o Leoni tocando Solidão de Nosferatu. “Nem outro lugar pode ser melhor que aqui”. O Leoni lê minha mente as vezes. E a música é perfeita para a situação, pra tudo. Os problemas continuam, os problemas maiores, e alguns menores também, mas esse são facilmente ignorados (quase seja necessário). Só queria que tudo se resolvesse de uma vez e todo esse sofrimento acabasse de uma vez. E isso é uma droga, mas a gente tem que aguentar e fazer o possível pra sorrir nesses tempos dificeis. Se vocês me permitirem, só uma frase define perfeitamente a situação. É foda. Só isso.

Espero que o amanhã me traga novas surpresas, mais abraços, e um beijo merecido na pessoa que me fez falta.

E talvez um chocolate quente. Quem sabe?

O amanhã é apenas mais um mistério.

Limye Chwet.

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